Classificação de café garante mercado internacional para produtores da região

A classificação técnica de café é um dos elos mais fundamentais da cadeia produtiva no Cerrado Mineiro e Alto Paranaíba. O processo envolve uma análise minuciosa de umidade, cor, seca e cheiro, além da avaliação sensorial da bebida, determinando se o lote será destinado ao mercado interno ou à exportação. Especialistas da Cooxupé destacam que essa etapa define o valor agregado ao produto entregue pelos cooperados.
Com a safra no auge, o volume de amostras atinge picos impressionantes, chegando a 1.200 análises diárias. Profissionais conhecidos como Q-Graders utilizam protocolos rígidos para certificar cafés especiais, atendendo a exigências de mercados internacionais renomados, como o da italiana illycaffè. O rigor técnico é essencial para posicionar o produto brasileiro com competitividade e confiança no exterior.
Além de identificar a qualidade, a classificação serve como ponte estratégica entre o esforço do cafeicultor no campo e as demandas específicas dos compradores. Para o produtor regional, entender os critérios de classificação é uma oportunidade de valorizar sua produção e garantir que cada grão encontre o destino comercial mais rentável, fortalecendo a economia regional. Com informações de G1 Minas Gerais.



